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Archive for the ‘Coluna: José Raimundo’ Category

Desde o dia 11 que o Villa Nova mudou o formato de sua administração, continuando no regime presidencialista com Adão Gomes no cargo, mas agora dividindo responsabilidades com um grupo de conselheiros, encabeçado pelo presidente do conselho Carlinhos Rodrigues, contanto ainda com o eterno presidente Jairo Gomes. com o ex-vice Mário Borges, o vereador Zuca, o administrador Sérgio da Veiga e o empresário Lucinho do depósito.

Considero a mudança positiva pelo fato de que agora teremos mais gente envolvida no processo e automaticamente poderemos cobrar atitudes com maior rigor, já que entre os novos dirigentes teremos o prefeito da cidade e um ex-presidente que tem a maior aceitação da torcida entre os que já presidiram o clube, além dos outros componentes que também serão obrigados a zelar pela entidade e pelos seus próprios nomes. Com a mudança, a figura dos vice-presidentes foi extinta, o que não muda nada, já que os mesmos nunca tiveram autonomia nem voz ativa em suas funções, jamais foram ouvidos e faziam um papel decorativo junto a opinião pública. Faço essa afirmação por pelo fato de ter passado por essa experiência recentemente.

A primeira medida dos novos gestores foi a confirmação de Pirulito como treinador do time profissional para o campeonato mineiro, uma solução caseira que se não agrada a todos, pelo menos nunca levou o time ao caos como outros técnicos protegidos dos empresários “amigos da turma”. O que os novos gestores não podem, é aceitar a interferência de alguns na tentativa introduzir no cargo de diretor de futebol, elementos manjados pela torcida que quase levaram o time a segunda divisão, além de deixarem a entidade centenária praticamente falida e endividada.

A esperança dos villanovenses é a de que as coisas se resolvam e que este seja de fato um Conselho Gestor, sem política e sem armações, para não se tornar um Gespone “Gestores de porcaria nenhuma”.

Saudações alvirrubras, o abraço da semana vai para a ilustre villanovense D. Edna Jardim, e até a próxima se Deus quiser.

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O Villa Nova já foi bola cheia um dia, mas infelizmente vive momentos de bola murcha, sacrificado pelas péssimas administrações dos últimos tempos, onde um monte de “bolas fora” tiveram a capacidade de acabar com o maior patrimônio dos nova-limenses.

A muitos anos que as bolas alvirrubras vem passando longe das vitórias e das conquistas, conseqüência de verdadeiros aventureiros que se consideram entendedores de futebol, mas que na verdade não conseguiram levantar a bola da entidade centenária, desperdiçando todas as oportunidades de elevar o clube no cenário futebolístico regional e nacional. Para piorar a situação, erraram feio na parte administrativa, levando o clube a um caos financeiro que poderá culminar com falência total, daquele que um dia foi o maior patrimônio dessa cidade e que sempre encheu de orgulho os seus habitantes. A intromissão política no comando villanovense vem destruindo a passos largos um clube que ficou conhecido em todo o Brasil, por suas façanhas de equilibrar forças com os maiores times do país, passando hoje em dia o vexame de fazer parte do noticiário negativo das edições esportivas nos veículos de comunicação.

As bolas erradas desses incompetentes passam pelas ligações de interesses pessoais que cada um deles tem em seus mandatos, abrindo as portas para “empresários espertalhões” que introduzem no clube treinadores sem qualificação e jogadores de baixa qualidade técnica, fazendo os torcedores sofrerem com bolas furadas como Osmar Guarneri, Mauro Madureira, Alexandre Gallo, Flávio Lopes e Vagner Oliveira no cargo de técnicos e de jogadores como Terceirinho, Tucho, Romeu, Zulú, Magrão Compadre Waxington e Anderson Lobão, encerrando a lista por aqui para não obrigar os villanovenses a enfrentar um balão de oxigênio para não enfartar.

A bola fora do momento está  também na decoração da prefeitura e do teatro municipal, ornamentados com iluminação em forma de bolas que descaracterizaram a mensagem natalina dessa época do ano, e antes que digam que eu não entendo nada desta área, informo que pesquisei sobre o assunto junto á população, obtendo resultado de mais de oitenta por cento de reprovação sobre a decoração.

Faltando pouco tempo para o início do Campeonato Mineiro, ainda continuamos ver uma bola sem rumo pelos lados do Bonfim, com certeza porque devem estar disputando quem será a bola da vez.

Saudações alvirrubras, o abraço da semana vai para os insubstituíveis Sonia e Zezé, e até a próxima se Deus quiser.

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Parece que o Villa tem doce, que é de mel, e quando os interesseiros falam que é uma tarefa difícil dirigir o clube, estão sendo mentirosos e incoerentes, pois, todos eles sempre querem voltar ao comando da entidade centenária.

O Villa Nova é uma moeda de troca para políticos e seus comparsas, sempre usado para abrigar amigos, para pagar favores ou até  mesmo para barganhar uma vantagem lá  na frente, como por exemplo servir de trampolim para possíveis candidaturas a cargos públicos. É também um ótima oportunidade para aqueles que sonham alto, usando a experiência adquirida por aqui para tentarem depois a sorte em clubes de maior porte ou se tornarem empresários de jogadores e treinadores.

Incrível como eles tentam manipular a opinião pública apontando sempre as dificuldades ao mesmo tempo que se vangloriam por atitudes positivas, esquecendo que isso é obrigação para quem esteve no cargo e que deveria ser a tônica de um bom dirigente, ou pelo menos de dirigentes que tivessem um real compromisso com o clube alvirrubro. Alguns deles chegam a pensar que são Deuses , enquanto outros tem a certeza que são. O mais agravante é que deixam o clube em situação difícil e depois ficam negociando uma possível volta, achando que a torcida é burra, que já terá esquecido as lambanças que fizeram no passado.

É bom que os villanovenses se preparem para ter que engolir de novo dirigentes arrogantes e com passado derrotista, porque estão armando nos bastidores o retorno de quem saiu sem deixar saudades, na verdade será a volta de quem na verdade nunca foi.

Saudações alvirrubras, um abraço para o amigo villanovense Henrique Lobão, e até a próxima se Deus quiser.

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O final da Taça Minas Gerais com o vice-campeonato da competição, encerrou o ano de 2009 no futebol para o Villa Nova.

Um ano que não deixará saudades para os villanovenses, obrigados a suportar mais uma temporada de incertezas e de insegurança, marcado pelos desacertos de seus dirigentes. Um primeiro semestre desastroso que foi manchado com o quase rebaixamento da equipe no Campeonato Mineiro, obrigando a torcida a engolir um time “medíocre” comandado por treinadores com pouca qualificação para o cargo, com a fila da incompetência sendo puxada por Vagner Oliveira, conhecido como “O Rei do rebaixamento” e seguida pelos desatualizados Brandãozinho e Humberto Ramos, esse último com o absurdo de ter sido contratado por ser amigo de um vice-presidente da época, como se isso fosse um fato relevante para o clube.

No segundo semestre a situação foi um pouco melhor, quando os alvirrubros viram um quadro menos assustador, mas ainda assim muito longe das tradições da entidade centenária. Foi um ano de muita turbulência interna, com renúncia de uma diretoria, eleição de outra e a esperança de um novo tempo, mas que acabou não acontecendo, diante das intermináveis disputas de poder e de vaidades.

Se esta guerra de interesses continuar imperando pelos lados do Bonfim, o Villa poderá amargar uma derrocada no próximo ano, que certamente o levará a extinção, como aconteceu com outros clubes do interior de Minas.

Faltando ainda mais de sessenta dias para o início do Campeonato Mineiro, será preciso que dirigentes e mandatários se unam em prool do Villa Nova, deixando de lado os interesses pessoais, buscando sair da mesmice e inovando pra valer, começando por uma limpeza geral na folha de pagamento, onde muitos que não fazem nada acabam por prejudicar os outros que ficam sem receber o que lhes é de direito.

É hora de por fim a farra dos “Come-quietos” sem a preocupação de quem eles possam ser apadrinhados. Ao invés de ficarem medindo forças para provar alguma coisa, os mandatários devem aproveitar esse período de férias para reciclar o Villa Nova, objetivando um clube realmente profissional para 2010.

O abraço especial da semana vai para a vestibulana Marcela Maria, primeiro lugar em jornalismo na Uni-BH e primeiríssimo lugar também no concurso de contos Lítero-musical promovido pelo Sebrae-MG, evento que premiou também as alunas Débora Guedes e Jéssica Araújo. Parabéns as meninas que premiaram Nova Lima com inteligência e dedicação. Saudações alvirrubras e até a próxima se Deus quiser.

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zeraimundo_2008

O Villa Nova chega a decisão da Taça Minas Gerais pela terceira vez e vai em busca do Tri-campeonato para se garantir na Copa do Brasil do ano que vem.

Vencedor das outras duas finais, na primeira contra o América no Mineirão em 1977 e na segunda a três anos atrás no Castor Cifuentes quando levantou o caneco superando o Uberaba, o mesmo adversário de agora, em uma lembrança boa para a torcida villanovense.

Mesmo derrotado no último jogo em Uberlândia, o quadro alvirrubro conquistou a chance de disputar a final por ter feito o resultado em casa, situação que poderá se repetir nos confrontos de agora contra o Zebú. Se o Leão fizer a diferença em seu campo como fez na semi-final, vai entrar no Uberabão na próxima semana com um pé na Copa do Brasil, objetivo maior de ganhar a Taça Minas Gerais, além da alegria de ser mais uma vez campeão.Muita gente queria o primeiro jogo fora para decidir depois em Nova Lima e o presidente Adão Gomes fez de tudo para impor essa idéia, mas a FMF decidiu o contrário e batalha terá inicio aqui na terra do ouro no próximo domingo.

Particularmente sou um defensor dessa fórmula, considerando que uma boa vitória no primeiro jogo garante o favoritismo na partida de volta, situação que vem se consolidando nas decisões do futebol ultimamente. O apoio e o incentivo da torcida villanovense será fundamental e se a equipe impor sua soberania em seus domínios, certamente entrará para a história como o time Tri-campeão da Taça Minas.

Após o jogo de domingo se sair do estádio feliz com uma vitória convincente, estarei formando uma excursão para a final no triangulo saindo no sábado com direito a passeio em Araxá, hospedagem em Uberaba acompanhada de rodízio e viagem em ônibus especial.

Falta pouco, tá chegando a hora, é só  ganhar e botar o “Pé na Copa”.

Saudações alvirrubras, um abraço para o villanovense Palhinha motorista, e até  a próxima se Deus quiser.

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zeraimundo_2008

Minha atuação como dirigente de um clube de futebol durou apenas quatro meses, pois, desde a última segunda-feira 19 de outubro estou licenciado do cargo de vice-presidente administrativo do Villa Nova por tempo indeterminado, mesmo assim, porque o presidente Adão Gomes se recusou a aceitar a minha renúncia, e por respeito as poderações dele, solicitei o meu afastamento sem data para voltar.

exitOs motivos dessa decisão são estritamente pessoais, no momento em que preciso voltar a me dedicar mais ao meu trabalho e cuidar de questões onde necessito de tempo total, ficando portanto sem poder dividir minhas atenções com o cargo a que fui eleito.

Confesso entretanto que saio de cena frustado e decepcionado, por não ter conseguido exercer minha função como desejava, impedido sempre por interesses políticos, drama maior na entidade alvirrubra. É impressionante como as coisas são conduzidas quando se quer mudar ou melhorar o andamento do clube de Nova Lima, chegando a ser despresível o monte de articulações que emperram todas as ações no sentido de melhorias, ficando a entidade a mercê de intereses pessoais sempre dos que se julgam os maiorais da cidade.

Xadrez_Politicagem3Existe uma torcida contra de todos os lados movida por facções aliadas de um ou de outro, de fulano ou de siclano, todas elas particulares, criando batalhas internas que fazem muito mal ao clube e que com certeza tem levado a centenária entidade a um perigoso caminho sem volta.

Peço desculpas aos conselheiros que votaram na chapa em que fui eleito e principalmente aos torcedores, esses sim os verdadeiros villa-novenses. Quem deveria também pedir licença e sair do clube são os jogadores do atual plantel, que esboçaram uma greve na véspera do jogo contra o América alegando salários atrasados, os deles no caso estavam com sete dias de atraso, enquanto a maioria dos funcionários amargam mais de oito meses sem receber o que lhes é de direito. Ao invés de fazerem essas irresponsáveis ameaças, os jogadores deveriam ter respeitado a camisa vermelha e branca vencendo o jogo para alcançar a classificação à fase semi-final da competição, para não precisarmos ficar na agonia da dependência de tropeços dos adversários, em um torneio em que o time tinha obrigação de se garantir.

Acredito que a única contribuição que conseguirei dar ao Villa Nova, é a de continuar a ser um crítico severo e também construtivo aqui neste espaço da Crônica do Leão, e para tanto peço licença a torcida villa-novense e aos leitores do Jornal Cultura e Comércio.

Saudações alvirrubras, um abraço para o amigo Rinaldo Giorgini, e até a próxima se Deus quiser.

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zeraimundo_2008

A decisão da vaga para a disputa das semi-finais da Taça Minas Gerais para o Villa acabou ficando para a última rodada, no jogo contra o América na próxima quarta-feira no Castor Cifuentes.

Mesmo com o bom resultado obtido frente o Tupi, no jogo de quarta em Juiz de Fora, o Villa Nova precisa vencer o Coelho para se classificar ou até mesmo garantir o primeiro lugar na chave, para levar vantagem contra Uberaba ou Uberlândia no mata-mata da próxima fase.Mais uma vez o Leão do Bonfim vai precisar da força de sua torcida para lhe ajudar, transformando o estádio em um alçapão armado pelos alvirrubros, como ficou famoso ao longo de sua centenária história.

AlçapãoEsse ano mesmo quando precisou dessa força para escapar do rebaixamento no Campeonato Mineiro, conseguiu seu feito impulsionado pelos apaixonados villa-novenses, com uma demostração de poderio de uma torcida que sabe ajudar nos momentos em que é chamada. Vale lembrar também que foi no Alçapão, que o Villa conquistou seu último título profissional, tornando-se Bi-campeão desta mesma competição em 2006, em um jogo inesquecível realizado d’baixo de muita água.

O velho Castor Cifuentes pode até estar obsoleto e fora da modernidade, mas sem dúvida nehuma tem importância máxima na vida do torcedor alvirrubro, que o faz inflamar nos jogos decisivos, transformando-se no grande Alçapão das decisões.

Saudações alvirrubras, um abraço para os villa-novenses Jorge e Taquinho do Depósito João Leiteiro, e até a próxima se Deus quiser.

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