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Archive for the ‘Notícias’ Category

Nesta quinta-feira (14/01), o Leão foi à Cidade do Galo (CT do Atlético) e enfrentou o time alvinegro em um jogo-treino preparatório para o Campeonato Mineiro de 2010. O time do técnico Pirulito sofreu um revés de 5×1 e o gol do Villa foi marcado pelo atacante Fabinho.

No próximo domingo o time alvirrubro enfrenta o Cruzeiro na Toca II, também em preparação para o campeonato.

Jorge Gontijo/EM/D.A Pres

Zagueiro villa-novense João Júnior tenta segurar ataque atleticano.

Jorge Gontijo/EM/D.A Pres

Volante Renan Vieira busca marcação no meia Ricardinho do Galo.

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Meia poderá chegar ao Leão do Bonfim para a disputa do Mineiro

Ramón iniciou sua carreira em 1983 nas categorias de base do Cruzeiro, alcançando o nível profissional em 1990. Depois de algumas temporadas no time mineiro, onde ajudou nas conquistas de diversos títulos, como duas Supercopa Libertadores, um Campeonato Mineiro e uma Copa do Brasil, se transferiu para o Bahia, em 1993.

Ele Chegou ao Vitória em 1994 e, logo na sua estreia, marcou os 3 gols do triunfo rubro-negro sobre o Jacobina por 3×0 pelo Campeonato Baiano daquele ano. Durante as quase duas temporadas que jogou no Leão, foi sempre destaque nas equipes que formou. Foi artilheiro do Baianão 1995, com 25 gols, se tornando o maior goleador de um único certame desde Claudio Adão, em 1986, até hoje.

Pelo seus gols, principalmente os de falta, no Barradão, ficou conhecido como Reizinho da Toca. Suas apresentações chamaram atenção do Bayer Leverkusen, da Alemanha, que o contratou no segundo semestre de 1995. Permaneceu apenas uma temporada no clube alemão e, em 1996, foi repatriado pelo Vasco da Gama.

No clube carioca, Ramon conquistou quase tudo. Comandou o meio-campo vascaíno durante quatro temporadas e foi um dos principais destaques de diversas conquistas, como a Libertadores de 1998, o Brasileirão de 2000, o Rio-São Paulo de 1999 e o Carioca de 1998. O meia também ajudou o time carioca a chegar à final do Campeonato Mundial de Clubes da FIFA de 2000, sendo derrotado pelo Corinthians. Jogando ao lado de nomes como Juninho Pernambucano, Romário, Edmundo e muitos outros, marcou época no futebol brasileiro com o clube carioca.

No início de 2000, foi para o Atlético Mineiro, onde foi novamente sempre destaque nas equipes que integrou e campeão mineiro em 2000, inclusive marcando o gol que garantiu o título do Galo sobre o Cruzeiro.

No seu retorno ao Vasco, comandou o elenco jovem do clube carioca no Brasileirão de 2002, sendo fundamental para a fuga do rebaixamento com seus 15 gols ao longo do certame. Com uma média de 0,88 gols por partida, terminou recebendo a Bola de Prata de melhor meio-campo da competição.

Depois de uma rápida passagem no Japão, em 2003, onde defendeu o Tokyo Verdy, retornou ao Brasil para defender outros dois clubes cariocas, Fluminense e Botafogo, nas temporadas de 2004 e 2005, respectivamente, não obtendo o mesmo destaque. No ano de 2006, em seu segundo retorno ao clube da colina, viveu momentos conturbados, entrando em conflito com o então ténico do time, Renato Gaúcho, e foi negociado no final do ano.

Em 2007, foi ao Catar para defender a equipe do Al-Gharafa, retornando no mesmo ano ao Brasil para jogar pelo Atlético Paranaense, fazendo passagem discreta. Ainda no primeiro semestre de 2008, numa parceria que envolveu compra e venda de vários jogadores, Ramon retornou ao Vitória, onde jogou 15 anos antes.

Na sua segunda passagem pelo Leão, Ramon foi fundamental na conquista do Baianão 2008, campeonato em que o time baiano se encontrava numa situação muito delicada, tendo sido considerado campeão apenas pelo número de gols marcados, no quadrangular final da competição. Também foi um dos principais destaques na surpreendente campanha do rubro-negro no Brasileirão de 2008. Porém, ainda na disputa do campeonato, depois de desentendimentos com o então técnico do clube baiano Vágner Mancini, ele foi dispensado e aceitou um convite para jogar no futebol turco, onde atuou apenas oito vezes.

Em março de 2009, o Vitória, já sem Mancini, contratado pelo Santos, anunciou outra vez a contratação do jogador, depois de ser dada como certa a sua tranferência para o Santa Cruz. Nas finais do do Baianão 2009, marcou três dos quatro gols que o time baiano fez contra o seu maior rival, o Bahia, garantindo o tricampeonato para o Leão e também terceiro título da carreira do jogador.

No dia 19 de agosto, o Reizinho da Toca entrou para a história do Campeonato Brasileiro ao marcar o seu 93° gol, 1° da vitória do time rubro-negro sobre o Atlético Paranaense por 2 a 1, em Brasileirões, se igualando a Reinaldo na décima posição na lista dos maiores artilheiros da história da competição.

TÍTULOS

Cruzeiro

Campeonato Mineiro: 1990
Supercopa Libertadores: 1991 e 1992
Copa do Brasil: 1993

Vitória

Campeonato Baiano: 1995, 2008 e 2009

Vasco

Campeonato Brasileiro: 1997
Campeonato Carioca: 1998
Taça Libertadores: 1998
Torneio Rio-São Paulo: 1999

Atlético Mineiro

Campeonato Mineiro: 2000

Títulos Pessoais: Bola de Prata da Revista Placar: 2002

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Segundo a Rádio Nova Lima FM, o Villa Nova fará neste domingo (10/01) o seu primeiro amistoso preparatório para o Campeonato Mineiro, contra o time do Contagem, no estádio Castor Cifuentes.

No dia 17/01 foi confirmado outro amistoso, agora contra o Cruzeiro de BH, na Toca da Raposa II às 9h30, com portões fechados. Já o primeiro jogo do Villa no Campeonato Mineiro será no dia 24/01, no Alçapão do Bonfim contra o América de Teófilo Otoni.

Hoje o time fez um treinamento no Campo do Olaria e teve a presença de várias autoridades, como o prefeito Carlinhos Rodrigues, ex-jogadores, empresários e do agora auxiliar técnico Dirceu Bilisquete, que atuará juntamente com o experiente Pirulito.

Amanhã a equipe fará seu treinamento no campo do Cruzeiro de Honório Bicalho, às 15h.

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Atacante Marinho, que ainda não assinou contrato, deve chegar na segunda-feira

Segundo o site Globominas.com o Leão do Bonfim contratou sete reforços, sendo que apenas um, o atacante Marinho, ainda não assinou contrato. Confira abaixo quem são os atletas que vão atuar pelo Leão do Bonfim e em breve uma descrição de cada um:

– goleiro Rafael Códorva, que estava no Paysandu-PA
– zagueiro Alexandre, ex-Palmeiras e Cruzeiro
– volante Rafinha, que estava no Vila Nova-GO
– lateral direito Serginho, que estava no Tupi
– atacante Fabinho, emprestado pelo Cruzeiro
– atacante Warley, ex-Atlético-PR e Udinese (ITA)
– atacante Marinho, ex-Atlético

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Célebres torcedores alvirrubros,

Após um bom tempo sem escrever aqui no Blog, estou de volta pra falar do nosso centenário Leão do Bonfim, que passa por uma grave crise política, que acredito e sonho, que vai passar rápido.

Tenho acompanhado jornais de BH e alguns boatos na cidade de que o Villa vem forte pra 2010. Mas todo ano a gente ouve isso e fica acreditando, confiando que teremos um ano de sucesso e nada acontece. Será no próximo, que as coisas irão mudar? Às vezes me pergunto, como é que deixaram o Leão envelhecer desta maneira? Como conseguiram afundar nosso clube neste lamaçal? Já ouvi piadas como “O Villa está fora de série. Fora de Série A, B, C e fora até da D. Como isso pôde acontecer com nosso Leão do Bonfim?

Sei que isso aconteceu não foi de ontem pra hoje, mas sim de alguns poucos anos pra cá. Após cair pra Segundona em 1994 e subir em 95, vencendo a competição, o Villa parecia que havia voltado pra assumir o seu posto cativo como uma das maiores forças do futebol mineiro. Chegou até mesmo à final do Mineiro, em 1997, sem ajuda de nenhum clube grande, pelo contrário, foi com a vontade, determinação e qualidade dos jogadores que a direção trouxe na época.

Mas a partir daí, o Leão parou no tempo. Conquistamos a Taça Minas Gerais em 2006 e chegamos à final este ano, mas o clube não passou de mero competidor e até mesmo por assíduo lutador contra o temido rebaixamento. Nosso Villa infelizmente está envelhecendo da pior maneira.

Hoje, em 2009, já tivemos três presidentes, e mais de cinco técnicos, além de dezenas de jogadores passaram por aqui. Falta organização no clube, falta peito pra ir em empresas ou órgãos competentes para buscar apoio ou investimento. Falta vontade de querer mudar, de implementar novas metodologias e culturas dentro do clube e principalmente, falta planejamento. Tudo é feito pra apagar incêndio, tudo em cima da hora. Não existe plano nenhum pro segundo semestre ou até mesmo pro ano que vem, ou daqui a dois, três anos, ou até mesmo na época em que o Brasil será a capital dos esportes, em 2014 e 16. É uma pena. Torço e vou lutar pra que até lá, nosso Villa não amargure um triste fim.

Será que vamos parar aonde? Salários atrasados de funcionários é o que não falta e dinheiro da prefeitura também não. E os tais funcionários fantasmas? Agora ficamos sabendo que estão vindo os atacantes Marinho (ex-Atlético-MG) e Warley (ex-Grêmio, São Paulo e Seleção Brasileira). A diretoria, ou melhor, o Conselhor Gestor manteve o Allan taxista, Renan Vieira e o Fabinho. Até hoje, os patrocinadores não apareceram. Será que vamos continuar a ver nas manchetes dos jornais e televisão, matérias de mais crise ou de conquistas em 2010? Espero que a segunda opção se prevaleça.

Força LEÃO.

Daniel Rodrigues

obs.: Comunico que não mais estou fazendo parte do quadro diretor do clube, como responsável pelo departamento de marketing e comunicação, simplesmente por motivos meramente profissionais, mas continuarei sendo o editor e comentarista do Blog do Villa-novense sempre informando, elogiando ou criticando os acontecimentos no clube.

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Desde o dia 11 que o Villa Nova mudou o formato de sua administração, continuando no regime presidencialista com Adão Gomes no cargo, mas agora dividindo responsabilidades com um grupo de conselheiros, encabeçado pelo presidente do conselho Carlinhos Rodrigues, contanto ainda com o eterno presidente Jairo Gomes. com o ex-vice Mário Borges, o vereador Zuca, o administrador Sérgio da Veiga e o empresário Lucinho do depósito.

Considero a mudança positiva pelo fato de que agora teremos mais gente envolvida no processo e automaticamente poderemos cobrar atitudes com maior rigor, já que entre os novos dirigentes teremos o prefeito da cidade e um ex-presidente que tem a maior aceitação da torcida entre os que já presidiram o clube, além dos outros componentes que também serão obrigados a zelar pela entidade e pelos seus próprios nomes. Com a mudança, a figura dos vice-presidentes foi extinta, o que não muda nada, já que os mesmos nunca tiveram autonomia nem voz ativa em suas funções, jamais foram ouvidos e faziam um papel decorativo junto a opinião pública. Faço essa afirmação por pelo fato de ter passado por essa experiência recentemente.

A primeira medida dos novos gestores foi a confirmação de Pirulito como treinador do time profissional para o campeonato mineiro, uma solução caseira que se não agrada a todos, pelo menos nunca levou o time ao caos como outros técnicos protegidos dos empresários “amigos da turma”. O que os novos gestores não podem, é aceitar a interferência de alguns na tentativa introduzir no cargo de diretor de futebol, elementos manjados pela torcida que quase levaram o time a segunda divisão, além de deixarem a entidade centenária praticamente falida e endividada.

A esperança dos villanovenses é a de que as coisas se resolvam e que este seja de fato um Conselho Gestor, sem política e sem armações, para não se tornar um Gespone “Gestores de porcaria nenhuma”.

Saudações alvirrubras, o abraço da semana vai para a ilustre villanovense D. Edna Jardim, e até a próxima se Deus quiser.

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Parece que o Villa tem doce, que é de mel, e quando os interesseiros falam que é uma tarefa difícil dirigir o clube, estão sendo mentirosos e incoerentes, pois, todos eles sempre querem voltar ao comando da entidade centenária.

O Villa Nova é uma moeda de troca para políticos e seus comparsas, sempre usado para abrigar amigos, para pagar favores ou até  mesmo para barganhar uma vantagem lá  na frente, como por exemplo servir de trampolim para possíveis candidaturas a cargos públicos. É também um ótima oportunidade para aqueles que sonham alto, usando a experiência adquirida por aqui para tentarem depois a sorte em clubes de maior porte ou se tornarem empresários de jogadores e treinadores.

Incrível como eles tentam manipular a opinião pública apontando sempre as dificuldades ao mesmo tempo que se vangloriam por atitudes positivas, esquecendo que isso é obrigação para quem esteve no cargo e que deveria ser a tônica de um bom dirigente, ou pelo menos de dirigentes que tivessem um real compromisso com o clube alvirrubro. Alguns deles chegam a pensar que são Deuses , enquanto outros tem a certeza que são. O mais agravante é que deixam o clube em situação difícil e depois ficam negociando uma possível volta, achando que a torcida é burra, que já terá esquecido as lambanças que fizeram no passado.

É bom que os villanovenses se preparem para ter que engolir de novo dirigentes arrogantes e com passado derrotista, porque estão armando nos bastidores o retorno de quem saiu sem deixar saudades, na verdade será a volta de quem na verdade nunca foi.

Saudações alvirrubras, um abraço para o amigo villanovense Henrique Lobão, e até a próxima se Deus quiser.

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