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Archive for the ‘Possibilidades’ Category

Célebres torcedores alvirrubros,

Após um bom tempo sem escrever aqui no Blog, estou de volta pra falar do nosso centenário Leão do Bonfim, que passa por uma grave crise política, que acredito e sonho, que vai passar rápido.

Tenho acompanhado jornais de BH e alguns boatos na cidade de que o Villa vem forte pra 2010. Mas todo ano a gente ouve isso e fica acreditando, confiando que teremos um ano de sucesso e nada acontece. Será no próximo, que as coisas irão mudar? Às vezes me pergunto, como é que deixaram o Leão envelhecer desta maneira? Como conseguiram afundar nosso clube neste lamaçal? Já ouvi piadas como “O Villa está fora de série. Fora de Série A, B, C e fora até da D. Como isso pôde acontecer com nosso Leão do Bonfim?

Sei que isso aconteceu não foi de ontem pra hoje, mas sim de alguns poucos anos pra cá. Após cair pra Segundona em 1994 e subir em 95, vencendo a competição, o Villa parecia que havia voltado pra assumir o seu posto cativo como uma das maiores forças do futebol mineiro. Chegou até mesmo à final do Mineiro, em 1997, sem ajuda de nenhum clube grande, pelo contrário, foi com a vontade, determinação e qualidade dos jogadores que a direção trouxe na época.

Mas a partir daí, o Leão parou no tempo. Conquistamos a Taça Minas Gerais em 2006 e chegamos à final este ano, mas o clube não passou de mero competidor e até mesmo por assíduo lutador contra o temido rebaixamento. Nosso Villa infelizmente está envelhecendo da pior maneira.

Hoje, em 2009, já tivemos três presidentes, e mais de cinco técnicos, além de dezenas de jogadores passaram por aqui. Falta organização no clube, falta peito pra ir em empresas ou órgãos competentes para buscar apoio ou investimento. Falta vontade de querer mudar, de implementar novas metodologias e culturas dentro do clube e principalmente, falta planejamento. Tudo é feito pra apagar incêndio, tudo em cima da hora. Não existe plano nenhum pro segundo semestre ou até mesmo pro ano que vem, ou daqui a dois, três anos, ou até mesmo na época em que o Brasil será a capital dos esportes, em 2014 e 16. É uma pena. Torço e vou lutar pra que até lá, nosso Villa não amargure um triste fim.

Será que vamos parar aonde? Salários atrasados de funcionários é o que não falta e dinheiro da prefeitura também não. E os tais funcionários fantasmas? Agora ficamos sabendo que estão vindo os atacantes Marinho (ex-Atlético-MG) e Warley (ex-Grêmio, São Paulo e Seleção Brasileira). A diretoria, ou melhor, o Conselhor Gestor manteve o Allan taxista, Renan Vieira e o Fabinho. Até hoje, os patrocinadores não apareceram. Será que vamos continuar a ver nas manchetes dos jornais e televisão, matérias de mais crise ou de conquistas em 2010? Espero que a segunda opção se prevaleça.

Força LEÃO.

Daniel Rodrigues

obs.: Comunico que não mais estou fazendo parte do quadro diretor do clube, como responsável pelo departamento de marketing e comunicação, simplesmente por motivos meramente profissionais, mas continuarei sendo o editor e comentarista do Blog do Villa-novense sempre informando, elogiando ou criticando os acontecimentos no clube.

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O Villa Nova já foi bola cheia um dia, mas infelizmente vive momentos de bola murcha, sacrificado pelas péssimas administrações dos últimos tempos, onde um monte de “bolas fora” tiveram a capacidade de acabar com o maior patrimônio dos nova-limenses.

A muitos anos que as bolas alvirrubras vem passando longe das vitórias e das conquistas, conseqüência de verdadeiros aventureiros que se consideram entendedores de futebol, mas que na verdade não conseguiram levantar a bola da entidade centenária, desperdiçando todas as oportunidades de elevar o clube no cenário futebolístico regional e nacional. Para piorar a situação, erraram feio na parte administrativa, levando o clube a um caos financeiro que poderá culminar com falência total, daquele que um dia foi o maior patrimônio dessa cidade e que sempre encheu de orgulho os seus habitantes. A intromissão política no comando villanovense vem destruindo a passos largos um clube que ficou conhecido em todo o Brasil, por suas façanhas de equilibrar forças com os maiores times do país, passando hoje em dia o vexame de fazer parte do noticiário negativo das edições esportivas nos veículos de comunicação.

As bolas erradas desses incompetentes passam pelas ligações de interesses pessoais que cada um deles tem em seus mandatos, abrindo as portas para “empresários espertalhões” que introduzem no clube treinadores sem qualificação e jogadores de baixa qualidade técnica, fazendo os torcedores sofrerem com bolas furadas como Osmar Guarneri, Mauro Madureira, Alexandre Gallo, Flávio Lopes e Vagner Oliveira no cargo de técnicos e de jogadores como Terceirinho, Tucho, Romeu, Zulú, Magrão Compadre Waxington e Anderson Lobão, encerrando a lista por aqui para não obrigar os villanovenses a enfrentar um balão de oxigênio para não enfartar.

A bola fora do momento está  também na decoração da prefeitura e do teatro municipal, ornamentados com iluminação em forma de bolas que descaracterizaram a mensagem natalina dessa época do ano, e antes que digam que eu não entendo nada desta área, informo que pesquisei sobre o assunto junto á população, obtendo resultado de mais de oitenta por cento de reprovação sobre a decoração.

Faltando pouco tempo para o início do Campeonato Mineiro, ainda continuamos ver uma bola sem rumo pelos lados do Bonfim, com certeza porque devem estar disputando quem será a bola da vez.

Saudações alvirrubras, o abraço da semana vai para os insubstituíveis Sonia e Zezé, e até a próxima se Deus quiser.

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Parece que o Villa tem doce, que é de mel, e quando os interesseiros falam que é uma tarefa difícil dirigir o clube, estão sendo mentirosos e incoerentes, pois, todos eles sempre querem voltar ao comando da entidade centenária.

O Villa Nova é uma moeda de troca para políticos e seus comparsas, sempre usado para abrigar amigos, para pagar favores ou até  mesmo para barganhar uma vantagem lá  na frente, como por exemplo servir de trampolim para possíveis candidaturas a cargos públicos. É também um ótima oportunidade para aqueles que sonham alto, usando a experiência adquirida por aqui para tentarem depois a sorte em clubes de maior porte ou se tornarem empresários de jogadores e treinadores.

Incrível como eles tentam manipular a opinião pública apontando sempre as dificuldades ao mesmo tempo que se vangloriam por atitudes positivas, esquecendo que isso é obrigação para quem esteve no cargo e que deveria ser a tônica de um bom dirigente, ou pelo menos de dirigentes que tivessem um real compromisso com o clube alvirrubro. Alguns deles chegam a pensar que são Deuses , enquanto outros tem a certeza que são. O mais agravante é que deixam o clube em situação difícil e depois ficam negociando uma possível volta, achando que a torcida é burra, que já terá esquecido as lambanças que fizeram no passado.

É bom que os villanovenses se preparem para ter que engolir de novo dirigentes arrogantes e com passado derrotista, porque estão armando nos bastidores o retorno de quem saiu sem deixar saudades, na verdade será a volta de quem na verdade nunca foi.

Saudações alvirrubras, um abraço para o amigo villanovense Henrique Lobão, e até a próxima se Deus quiser.

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O final da Taça Minas Gerais com o vice-campeonato da competição, encerrou o ano de 2009 no futebol para o Villa Nova.

Um ano que não deixará saudades para os villanovenses, obrigados a suportar mais uma temporada de incertezas e de insegurança, marcado pelos desacertos de seus dirigentes. Um primeiro semestre desastroso que foi manchado com o quase rebaixamento da equipe no Campeonato Mineiro, obrigando a torcida a engolir um time “medíocre” comandado por treinadores com pouca qualificação para o cargo, com a fila da incompetência sendo puxada por Vagner Oliveira, conhecido como “O Rei do rebaixamento” e seguida pelos desatualizados Brandãozinho e Humberto Ramos, esse último com o absurdo de ter sido contratado por ser amigo de um vice-presidente da época, como se isso fosse um fato relevante para o clube.

No segundo semestre a situação foi um pouco melhor, quando os alvirrubros viram um quadro menos assustador, mas ainda assim muito longe das tradições da entidade centenária. Foi um ano de muita turbulência interna, com renúncia de uma diretoria, eleição de outra e a esperança de um novo tempo, mas que acabou não acontecendo, diante das intermináveis disputas de poder e de vaidades.

Se esta guerra de interesses continuar imperando pelos lados do Bonfim, o Villa poderá amargar uma derrocada no próximo ano, que certamente o levará a extinção, como aconteceu com outros clubes do interior de Minas.

Faltando ainda mais de sessenta dias para o início do Campeonato Mineiro, será preciso que dirigentes e mandatários se unam em prool do Villa Nova, deixando de lado os interesses pessoais, buscando sair da mesmice e inovando pra valer, começando por uma limpeza geral na folha de pagamento, onde muitos que não fazem nada acabam por prejudicar os outros que ficam sem receber o que lhes é de direito.

É hora de por fim a farra dos “Come-quietos” sem a preocupação de quem eles possam ser apadrinhados. Ao invés de ficarem medindo forças para provar alguma coisa, os mandatários devem aproveitar esse período de férias para reciclar o Villa Nova, objetivando um clube realmente profissional para 2010.

O abraço especial da semana vai para a vestibulana Marcela Maria, primeiro lugar em jornalismo na Uni-BH e primeiríssimo lugar também no concurso de contos Lítero-musical promovido pelo Sebrae-MG, evento que premiou também as alunas Débora Guedes e Jéssica Araújo. Parabéns as meninas que premiaram Nova Lima com inteligência e dedicação. Saudações alvirrubras e até a próxima se Deus quiser.

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danielblog

Célebres torcedores alvirrubros,

Domingo o Leão conseguiu um resultado pra gente se lembrar sempre. Tomamos de quatro a dois em casa na final da Taça Minas Gerais e agora temos que reverter o placar em pelo menos três gols de diferença.

Digo que temos que lembrar sempre este resultado, porque estou confiante que o Villa vá reverter este quadro e este momento irá pra história. Apesar de todos estes incovenientes que temos pela frente, de não termos a vantagem de jogar a finalíssima em casa e também não ter a regalia de jogar por dois resultados iguais, será uma batalha árdua lá no Triângulo.

Conforme o técnico Moacir disse na coletiva, logo após o jogo, os problemas do time na reta final culminou no placar adverso aqui em Nova Lima. Somente na zaga, o time estava sem o capitão Carciano e o Weldes, que sofreu contusão no joelho esquerdo. Além do Fernando, que sofreu uma perda grande com o falecimento do seu pai, na semana anterior, mesmo assim foi guerreiro o suficiente para jogar a primeira partida da final. O treinador improvisou o lateral Osvaldir, que também já atuou neste campeonato, como volante e muito bem. É o nosso “Marquinhos Paraná”.

No ataque tivemos a ausência do velocista Allan, que fez muita falta, apesar do Ely Thadeu, seu substituto imediato, ter feito uma excelente partida. O centroavante Eraldo, artilheiro da Taça MG, também não jogou 100%. Ele vem jogando no sacrifício desde o primeiro jogo contra o Uberlândia, quando sofreu uma torção no tornozelo esquerdo.

euacredito10Todos estes problemas acarretaram no resultado negativo. No entanto percebi, logo depois do jogo, lá no vestiário, um clima de “ainda podemos conquistar este campeonato”. Os jogadores estavam muito abatidos e tristes, mas fizeram um momento de silêncio e depois foram guerreiros mostrando que ainda não acabou, que falta mais noventa minutos.

Eu confio nos jogadores e no Moacir Júnior. Estou acreditando, pelo trabalho e dedicação de quem realmente trabalhou para chegar à final, deixando pra trás clubes que estavam mais preparados, como é o caso do Tupi e Uberlândia, que vinham com um elenco já pronto desde o final do Campeonato Mineiro. O Villa foi montado a menos de 20 dias da Taça Minas Gerais e o técnico e sua comissão merecem respeito e elogios.

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Entenda o Regulamento da Série C e saiba quem são os prováveis adversários do Leão na 3ª Fase do Campeonato.

O Campeonato da Série C conta com 64 clubes que passam por quatro fases até chegar ao título.

Primeira fase: as equipes são divididas em 16 grupos de 4 clubes. Elas jogam entre si em turno e returno dentro de cada grupo, classificando-se os dois melhores de cada chave para a fase seguinte.
CONCLUÍDA

Na segunda (EM DISPUTA) e terceira fases, os clubes vencedores e vice de suas chaves na fase anterior são dispostos novamente em grupos de quatro participantes, que se enfrentam também em turno e returno dentro da chave.

Chegam à quarta e última fase oito times, que formam um grupo único. Nele, as equipes se enfrentam outra vez em turno e returno para definir o campeão.

Os quarto mais bem colocados desta chave são promovidos e disputarão a Série B em 2008. Não há rebaixamento na série C, uma vez que os clubes se classificam para a competição através dos campeonatos estaduais.

Em todas as fases da competição, em caso de empate em pontos, os critérios de desempate são, nesta ordem: vitórias, saldo de gols, gols pró, confronto direto e sorteio.

3ª FASE
Grupo 27
1º do grupo 21
1º do grupo 23
2º do grupo 22
2º do grupo 24 (Leão)

Grupo 28
1º do grupo 22
1º do grupo 24 (Leão)
2º do grupo 21
2º do grupo 23

outrosgrupos_2afase_4a.jpg

por Daniel Rodrigues

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