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Notícia do Villa no site de Futebol de Santa Catarina

Abril 18, 2007

Duas notícias saíram hoje no Site especializado de Futebol de Santa Catarina, FutebolSC.com, no link do clube do Figueirense, sobre a possível irregularidade do jogador Batista do Avaí. Veja abaixo:

Villa Nova-MG quer voltar à Copa do Brasil pelo STJD
18/04/2007 às 13h01 – Redação FutebolSC.com

Alegando que o Avaí teria utilizado o volante Batista de forma irregular, o Villa Nova-MG tem esperança de retornar à Copa do Brasil pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD).

Segundo o clube de Nova Lima, Batista, apesar de ter seu nome no Boletim Informativo Diário (BID) da CBF, ainda não tinha sua transferência totalmente regular pela Federação Paranaense de Futebol (FPF), quando trocou o ADAP pelo Avaí.

O presidente avaiano, João Nilson Zunino, já declarou estar tranqüilo e garante que o clube tomou todo cuidado para que Batista fosse regularizado, inclusive demorou a anunciar sua contratação.

O Villa Nova aguarda de seu advogado uma confirmação da irregularidade do jogador para que possa entrar com uma ação no STJD pedindo a eliminação do Avaí e a sua volta ao torneio.

Villa Nova-MG reconhece regularidade no jogador do Avaí
18/04/2007 às 13h50 – Redação FutebolSC.com

Não demorou muito para o Villa Nova-MG desistir de voltar à Copa do Brasil. O clube de Nova Lima reconheceu nesta quarta-feira que o volante Batista não atuou irregularmente pelo Avaí no segundo jogo da segunda fase, na Ressacada.

O Villa Nova tinha pedido uma investigação de seu advogado para verificar a denúncia de um repórter paranaense. Porém viu que o nome de Batista estava inscrito no Boletim Informativo Diário (BID) da CBF, o que confirma sua situação regular.

Daniel Rodrigues

Um comentário

  1. REDAÇÃO
    Envio mais um de meus artigos que, se for de interesse, podem publicar. Se o fizerem avisem-me, por gentileza. Precisando do meu currículo e foto – é só pedir. Grato pelas atenções.
    Faustino Vicente – Advogado, Professor e Consultor de Empresas e de Órgãos Públicos – tel.(11) 4586.7426 – Jundiai (Terra da Uva) SP
    FUTEBOL, PAIXÃO OU PROFISSÃO?
    Faustino Vicente
    No próximo dia 29 de junho o Brasil estará comemorando o cinqüentenário da maior façanha da sua história esportiva – a conquista, pela primeira vez, da Copa do Mundo de Futebol. Essa competição revelou ao mundo um garoto que, com apenas 17 anos, se consagraria com o nome de Pelé – o melhor craque de todos os tempos. A seqüência de títulos tornou a seleção brasileira (única) pentacampeã mundial, do esporte mais popular do planeta.

    Se dentro das quatro linhas do gramado detemos a supremacia da qualidade técnica, em termos de planejamento estratégico, organização,gerenciamento e lucratividade levamos de goleada de vários paises, principalmente dos milionários clubes europeus. Os investidores internacionais vislumbraram o efeito multiplicador do fabuloso “PIB futebolístico globalizado” transformando-o num lucrativo negócio.

    Do amor ao clube do coração à irresistível sedução dos euros, o garoto pobre da periferia já se definiu. Entre a honra de vestir a gloriosa camisa verde-amarela da seleção brasileira e jogar no exterior ele prefere driblar a miséria e marcar um golaço no maior adversário da população de baixa renda – a perversa desigualdade social e econômica. Garotos, que apesar de não passarem de promessas, afirmam entusiasticamente em entrevistas que, o grande sonho é vestir a jaqueta do Real Madrid, Milan, Chelsea, Lyon, Barcelona, Bayern de Munique,entre outros. O holandês Clarence Seedorf, do Milan,que já atuou pelo Real Madrid, Sampdoria e Inter (Milão),disparou recentemente para a imprensa: “Só o dinheiro manda no futebol.”

    Apesar da existência de alguns clubes bem estruturados, e de profissionais brasileiros competentes em gestão esportiva, o nosso maior desafio reside no baixo desempenho financeiro dos nossos campeonatos. O avanço da tecnologia, as fantásticas descobertas científicas e a evolução da medicina provocaram profundas transformações econômicas, sociais,religiosas e culturais em todos os segmentos. A gestão e a prática do futebol não foram poupadas. Administrações equivocadas, às vezes apaixonadas, outras vezes mal intencionadas levaram grande parte dos clubes a elevadíssimos endividamentos.

    O êxodo das nossas gratas revelações para o exterior e estádios sem condições físicas para oferecer conforto e segurança aos torcedores, são algumas das causas de rendas menores. O Brasil tem exportado,anualmente, centenas de jogadores que estão atuando em dezenas de países. A queda de público e do nível técnico,são evidentes em todas as divisões do nosso futebol.

    Calendário inadequado,que torna alguns clubes inativos por períodos inaceitáveis, ou que exigem excessos de jogos de outros,punições leves para faltas graves, erros inadmissíveis de árbitros,violência entre torcidas, desemprego masculino e até o excesso de jogos semanais, são fatores que desmotivam o público.

    Entre as iniciativas positivas das últimas décadas, destacamos a criação das chamadas “Escolinhas de Futebol” que têm sido incentivadas por prefeituras municipais e pela iniciativa privada. O lema é o mesmo: “craque na escola, craque na bola”. A alternativa mais esperançosa para tornar, a médio e longo prazo, o futebol viável aos clubes, encontra-se na implementação de Centros de Excelência, cuja missão, visão, valores, e políticas objetivam formar homens, para revelar craques. Nos esportes de alto nível o emocional do atleta faz a diferença. Competência técnica, conduta ética e habilidade eclética devem fazer parte da qualificação de jovens aspirantes ao estrelato. Se essa estratégia não for 100% eficaz para vencer a concorrência com os países ricos, com certeza resultará em lucro pela descoberta, pelo aprimoramento dos fundamentos do futebol e pela orientação, sobre como construir (e manter) uma carreira bem-sucedida.

    Concluímos com foco na realidade: o futebol é paixão para torcedores, profissão para jogadores e gestores e lucro para os investidores.

    * Faustino Vicente – Consultor de Empresas e de Órgãos Públicos – e-mail: faustino.vicente@uol.com.br – tel.(11) 4586.7426 – Jundiaí (Terra da Uva) – SP



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